Quatro formas de lucrar mais em Saltinho

Todo empresário busca ampliar sua rentabilidade, mas poucos dão conta do recado. Entre os bem-sucedidos está Cláudio Henrique de Faria, sócio da padaria Via dos Pães, uma das maiores de Brasília. Em busca do segredo da proeza, conversamos com ele e com o consultor Carlos Alberto Ercolin, professor da Fundação Getulio Vargas e diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Veja as recomendações da dupla.

Calcule a margem de cada produto
Muita gente calcula seus lucros pela média em vez de identificar a margem de cada produto que comercializa. Péssima estratégia. “A média é uma das piores formas de estatística”, afirma o consultor Ercolin. O perigo desse tipo de cálculo é que ele pode mascarar itens que dão prejuízo. Ciente disso, Faria afirma que, com ajuda de um software, calcula a margem de lucro de cada um dos cerca de 2.200 itens à venda em sua padaria. O cálculo é feito em duas frentes. Na primeira, consideram-se os custos específicos de cada produto, como a matéria-prima usada para a fabricação de pães, doces e salgados. Na segunda frente é feito o rateio das despesas comuns, como o pagamento dos funcionários, o aluguel e as despesas com água e luz. Aí, a divisão da conta, no caso dos produtos feitos na própria padaria, é realizada com base na quantidade, em quilos, de cada item. Já para os produtos que são revendidos, como leite e outras mercadorias industrializadas, a divisão é proporcional à participação de cada um deles no faturamento do negócio. Na sua empresa, você pode adotar outras formas de rateio, como considerar o espaço que os produtos ocupam nas prateleiras ou o tempo que tomam das máquinas e dos funcionários para serem fabricados.

Acerte na escolha do mix
O.k., você já conhece a sua estrutura de custos. É meio caminho andado para ter um mix lucrativo de produtos. Com a planilha de custos na mão, Faria sabe, por exemplo, que é bom negócio vender pães de fermentação natural – ele consegue boa margem de lucro num produto de maior valor agregado. Mas só isso não basta. Também é necessário levar em conta o giro de cada item. “É importante combinar itens de giro maior e margem menor com os de giro menor e margem maior”, afirma o consultor Ercolin. Como tal combinação somente é possível com rigoroso controle de estoque, Faria tem em mãos relatórios de tudo o que vende, em que dia exato e em qual quantidade.

Trace metas e estratégias de vendas
Uma vez definido o que oferecer à clientela, é hora de concretizar os negócios. A combinação de metas de desempenho com incentivo aos funcionários ajuda bastante nessa tarefa. Na Via dos Pães, todo mês Faria traça metas para cada um dos quatro turnos da padaria. “O objetivo é vender 3% a mais que a média do período nos três meses anteriores”, afirma o empresário. Conforme os resultados atingidos, os funcionários podem receber bônus que variam de 10% a 20% do salário. Para vender mais, os empregados têm liberdade para, com o aval do gerente, implementar iniciativas de marketing. “Eles organizam promoções, degustações e sorteios de brindes”, diz Faria.

Reduza custos com aumento da produtividade
Na busca de lucros maiores, como você bem sabe, não adianta só vender mais. É preciso também gastar menos. A racionalização das rotinas de trabalho é uma boa forma de tesourar despesas. Foi assim que a Via dos Pães, em 2007, baixou os gastos mensais com horas extras de aproximadamente R$ 6.500 para cerca de R$ 2.500 e ainda reduziu o número de funcionários de 68 para 65. Até março daquele ano, tarefas como a lavagem de alimentos e o manejo do forno eram realizadas separadamente por empregados de diversos setores, como os da lanchonete e da confeitaria. Agora, um mesmo funcionário faz o mesmo serviço para qualquer departamento. “Não só economizamos com mão-de-obra, como aumentamos a produção em 10%”, diz.

Fonte: revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI80892-17195,00-UATRO+FORMAS+DE+LUCRAR+MAIS.html

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Contabilidade em Saltinho

Como montar uma oficina de costura em Saltinho

Quer saber como montar uma oficina de costura em Saltinho para trabalhar da forma que sempre sonhou? Então confira todas as dicas que temos aqui para montar sua pequena oficina, já que essa é uma das oportunidades de negócios com baixo investimento mais interessantes para o publico feminino que vê na costura uma opção de negócio a ser trabalhada.

Com base nisso, tenho certeza que nesse momento existe uma grande quantidade de pessoas querendo iniciar uma oficina pequena para trabalhar com os mais diversos tipos de costuras, mas a verdade é que a maioria não consegue realizar esse sonho. Sabe por que?

A resposta é simples, porque eles não encontram informações ou apoio para iniciar aquele negócio que tanto sonham e para oferecer uma orientação a mais na vida dessas pessoas, eu fiz questão de selecionar algumas dicas que podem ajudar bastante.

O local para montar sua oficina de costura


O ponto de trabalho é uma das coisas mais importantes que você terá pela frente no processo de como montar uma oficina de costura na sua cidade, já que esse será o local onde produzirá produtos próprios e prestará serviços para uma variedade de clientes. Esse local precisa ser bem limpo, arejado e com uma boa iluminação para facilitar todo o trabalho. Além disso, é importante ressaltar que o tamanho será referente a quantidade de maquinas que terá no local e a estrutura desejada para sua oficina de costura.

Com relação a localização da sua oficina, é recomendado que seja em um local de fácil acesso, mas não existe a necessidade de alugar um ponto comercial no centro da cidade para trabalhar. Quem tem um espaço apropriado em casa, poderá começar dessa forma e a partir do momento em que tudo for crescendo, poderá migrar e investir em uma estrutura melhor.

Algumas pessoas também estão buscando dicas de como montar uma oficina de costura na zona rural, e a proposito, essa pode ser uma excelente oportunidade de trabalho para as mulheres que vivem na zona rural de muitas cidades brasileiras.

Quanto custa montar uma oficina de costura em Saltinho?


Por mais pequeno que seja o negócio que você tem em mente, não tem como montar uma oficina de costura sem pensar no investimento necessário para ter esse empreendimento em funcionamento.

Dessa forma, você precisará ter um certo capital em mãos pronto para empregar na compra de maquinas de costura, diversos tipos de tecidos para produzir peças de roupas, organização do local para trabalhar, legalização do negócio e todos os pequenos gastos que toda pequena fabrica tem.

Então dessa forma você precisará ter um certo capital em mãos para empregar nessa oficina que é o seu grande sonho. Esse custo, certamente, será algo muito variável e ficará entre R$ 15 e R$ 50 mil Reais, já que tudo dependerá da estrutura, das maquinas e de alguns pequenos fatores não menos importantes.

Como montar uma oficina de costura?


Se você quer uma dica de como montar uma oficina de costura com um gasto bem menor, então procure firmar parcerias com outras pessoas que também tem o mesmo desejo que você e inicie uma oficina em conjunto. Essa é, sem duvidas, a forma mais indicada para quem está começando agora e não tem muito capital disponível para empregar nessa nova ideia de negócio, além disso, com as parcerias bem firmadas a tendência é que sua oficina cresça muito rápido e consiga bons resultados.

Dessa forma, o aluguel do ponto, a compra das maquinas, da matéria prima e todos os gastos necessários podem ser divididos entre os sócios da oficina. A partir daí, é só começar produzir seus produtos e prestar serviços de costuras para os mais variados clientes, a proposito, encontrar clientes sempre será um desafio para quem está iniciando e a minha dica é que você faça divulgação boca a boca.

Poderá investir também em pequenos anúncios nos jornais locais, crie seus próprios cartões de visitas para distribuir onde ir e procure fidelizar cada novo cliente, pois assim eles sempre voltarão e ainda poderão lhe indicar outros clientes.

Vale a pena abrir uma oficina de costura?


O que muita gente quer saber mesmo é se tem como montar uma oficina de costura e ganhar dinheiro? Lógico que o lucro é algo importante e a oficina só continuará funcionando se estiver gerando resultados positivos, no entanto você deverá avaliar acima de tudo se essa ideia vale a pena e não pensar simples no dinheiro que poderá gerar com tudo isso.

Dessa forma, avalie se as pessoas da sua cidade ou do seu bairro tem interesse nos produtos e serviços que serão prestados, verifique se o seu capital será suficiente para começar, aproveite e busque parceiros de negócios e veja se está mesmo preparada para trabalhar com isso.

A preparação profissional é algo também muito importante e que não pode ser deixada de lado um só momento. Então para finalizar eu gostaria de lhe indicar um curso simples, mas que pode ser bem útil nesse inicio de trabalho. Trata-se do curso de Corte e Costura que vem sendo estudado por muitas pessoas que estão iniciando agora esse tipo de atividade.

Fonte: www.montarumnegocio.com/como-montar-uma-oficina-de-costura

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Contabilidade em Saltinho

Quanto custa abrir uma empresa no Brasil?


Nesse post, vamos falar pode ser um empecilho para empreender de primeira viagem: Quanto custa abrir uma empresa no país. Confira!

Nós sabemos muito bem que abrir uma empresa no Brasil não é das tarefas mais fáceis! Seja pela burocracia, seja pela demora do processo ou até pela ausência de esclarecimentos sobre como ele funciona.

Apesar disso, nós estamos trabalhando fortemente para que coisas como essa não sejam motivos para você desistir de empreender, através do acesso à informação que seja relevante.

Sendo assim, já lançamos diversos conteúdos para ajudar nessa questão, tal como abrir o CNPJ pela internet, o que é o MEI, como abrir uma microempresa, dentre outros.

Nesse post, vamos falar de outra questão que também pode ser um empecilho para empreender e ainda há um certo desconhecimento sobre o assunto para os empreendedores de primeira viagem: Quanto custa abrir uma empresa no país.

Isso mesmo! Para abrir um negócio é preciso arcar com algumas despesas durante o processo, além dos seus custos de manutenção ao longo de sua vida.

Saber melhor sobre isso é importante, pois se desde o início você não conseguir se planejar em relação aos gastos, há um sério risco de começar as operações da empresa no vermelho. Você não vai querer começar assim, não é mesmo?

Quer saber mais sobre como isso funciona? Então, acompanhe a leitura conosco para sanar todas as suas dúvidas!

Quais são os principais custos para abrir uma empresa no Brasil?

Saiba que nos dias de hoje, pode ser bem mais simples e barato do que parece colocar o negócio para funcionar e dar os primeiros passos. Porém, é preciso começar com o pé direito, pois em tempos de recessão econômica, otimizar tempo e dinheiro é essencial para o sucesso de qualquer empresa.

Porém, é importante atentar-se aos custos envolvidos para cada tipo de empresa. Por exemplo, se a modalidade escolhida for MEI (Microempreendedor Individual), há um pagamento de uma taxa mensal e não o pagamento para abrir o negócio em si.

Para facilitar o entendimento desse processo, dividimos os custos iniciais por tipo: Custos fiscais, capital social, registro de marca, salários e pró-labore, regime tributário e investimento inicial. Acompanhe a descrição de cada um deles:

1. Custos fiscais

Antes de mais nada, saiba que não há um valor exato de quanto custa abrir uma empresa no Brasil, pois ele será diferente dependendo do estado em que ela será aberta. Pois cada um deles tem as suas taxas e também suas políticas de incentivo.

Então, para não ter erro, vale buscar uma ajuda profissional nesse momento. Pode ser de um contador ou de um advogado (Sim, isso já será um custo, mas vale a pena investir nessa orientação).

Podemos dizer que há 4 custos que são básicos ao abrir uma empresa, são eles:

  • DARE: Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais;
  • DARF: Documento de Arrecadação de Receitas Federais;
  • Junta Comercial: que é a taxa destinada ao registro público da empresa;
  • Certificado Digital: que é exigido dos negócios que emitem nota fiscal eletrônica para confirmar a sua autenticidade.

Essas 4 taxas são obrigatórias e o custo não chega a R$500.

2. Capital Social

O Capital Social nada mais é do que o total que será investido para que a empresa possa se sustentar enquanto não tem faturamento suficiente para isso. Então, ele é essencial para iniciar as atividades e também serve como uma espécie de garantia para terceiros.

Esse investimento varia de acordo com a sua capacidade financeira, juntamente com a dos seus sócios, sendo que ele está diretamente ligado à responsabilidade de cada um perante ao negócio.

Além disso, o valor pode variar conforme o tipo de empresa. Por exemplo, se você optar por abrir uma Eireli (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) é exigido um capital social de no mínimo 100 vezes o salário mínimo atual.

Essa informação deverá estar registrada no contrato social (que também acarretará em uma despesa para obter esse documento), que precisa ser registrado na Junta Comercial ou em um cartório de pessoas jurídicas (somente quando se trata do formato de Sociedade Limitada).

3. Registro da Marca

A partir do momento em que se escolhe o nome da empresa, além do seu nome fantasia, é preciso pensar também nas questões de registro de marca, principalmente se você quiser exclusividade no uso desse nome ou tem um planejamento de marketing em cima dele.

Mas saiba que antes de pedir o registro, é preciso pesquisar para saber se já não existe uma marca com ele formalizado. Essa pesquisa tem um custo de cerca de R$200.

Caso dê certo realizar o registro, é preciso então que a empresa pague uma taxa para garantir a exclusividade da marca por 10 anos, o que chamamos de primeiro decênio. Esse custo pode variar também, chegando a mais de mil reais.

Há a possibilidade de existirem outras taxas envolvidas nesse processo de registro da marca. Elas podem ser consultadas diretamente no site do INPI.

4. Salários e pró-labore

Apesar da despesa com salários não ser algo que precisa ser feito imediatamente, pois pode-se começar somente com os sócios do negócio, ela é extremamente necessário para que a empresa possa começar suas operações. Até porque, a folha de pagamento terá uma importância significativa nas suas despesas, principalmente nos primeiros meses.

Então, logo de cara evite descumprir qualquer obrigação trabalhista ou contratar mão-de-obra pouco qualificada e barata para economizar. Há um velho ditado que diz que “o barato sai caro” e ele se aplica nesse aspecto.

Outra decisão importante nessa fase inicial é definir o pró-labore, que nada mais é do que o salário a ser pago aos sócios da empresa. Sabemos que ninguém trabalha de graça, então cheguem em um acordo do quanto é possível reduzir essa despesa.

Sendo assim, evite também retiradas de dinheiro do caixa que não foram previstas e defina com os outros sócios uma quantia mensal que seja ideal para o sustento de vocês. Dessa forma, evita-se comprometer a saúde financeira da empresa.

5. Regime tributário

O regime tributário é outro fator que influencia, e muito, sobre o quanto custa abrir uma empresa no Brasil. Não somente na abertura, mas também na manutenção do negócio.

Afinal, será ele quem determinará quais serão os impostos que serão pagos pela empresa todos os meses e anos.

Hoje, existem 3 tipos de regimes tributários no Brasil:

  • Simples Nacional;
  • Lucro Real;
  • Lucro Presumido.

No geral, o regime mais buscado pelos empreendedores é o Simples Nacional, porém há algumas restrições em relação às atividades e tamanho da empresa que podem ser aceitas nesse regime.

Por exemplo, ele define que o faturamento máximo que o negócio pode ter é de cerca de R$3,6 milhões anuais. Ou seja, se a empresa pretende faturar mais que isso, talvez esta não seja a melhor opção.

Então, nada melhor do que buscar ajuda profissional e estudar os tipos de regimes para entender qual é o melhor formato para a sua empresa.

6. Investimento Inicial

Não tem jeito, na maioria das vezes toda empresa precisa de um investimento inicial para começar as suas atividades. Mas fique tranquilo, ele pode se adequar ao seu orçamento.

O custo relacionado ao investimento inicial está relacionado à compra de recursos necessários para iniciar a sua operação. Essas aquisições podem variar, desde móveis, computadores, licenças de software, criação de estoques, dentre outras.

Por isso, para definir o tamanho do investimento inicial, o mais indicado é buscar apoio de ferramentas, tal como o plano de negócios, que se bem elaborado, ajudará o empreendedor a decidir quais são as prioridades da empresa e fazer as aquisições necessárias para isso acontecer.

Além disso, há também o custo com o aluguel e outras despesas da sede. Saiba que essa despesa vai além do custo para abrir a empresa, pois é uma despesa de manutenção do seu funcionamento.

Quais custos podem ser reduzidos?

Você já deve ter percebido que a maioria dos custos dificilmente poderão ser reduzidos, pois grande parte deles são taxas fixas de procedimentos padrões, tal como os custos fiscais e tributários.

Porém, é possível reduzir esse valor de outras maneiras. Uma delas é adotando o tipo de empresa que tenha um custo mais baixo para ser aberta. Mas tome cuidado, pois muitas vezes essa economia pode inviabilizar o funcionamento da empresa no futuro, exigindo uma troca de formato no futuro.

Outra alternativa é reduzir também alguns custos que não são obrigatórios para a empresa funcionar, tal como o registro da marca e também o investimento inicial. Afinal, muitos empreendedores começam somente com o seu computador trabalhando em um espaço de coworking, por exemplo.

Basta estudar e verificar a viabilidade de fazer essas reduções.

Você percebeu que os custos para abrir um negócio varia muito conforme localização e as características do negócio. Portanto, o melhor a se fazer é estudar bastante sobre isso e buscar ajuda profissional.

Pois dessa forma, as chances de você tomar uma decisão errada em relação a isso será muito menor e o que garante que não tenha custos extras no futuro.

Fonte: saiadolugar.com.br

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8 coisas que você deveria fazer para ter uma estratégia de social mais efetiva em Saltinho


Como um bom empreendedor, certamente você sabe a importância da estratégia de social media para a divulgação do seu negócio. Então, confira algumas dicas que preparamos para você!

Como um bom empreendedor, certamente você sabe a importância das redes sociais para a divulgação do seu negócio. Não é mesmo? Nós, do Saia do Lugar, também sabemos disso.

Construir uma estratégia de social mais efetiva também deve ser uma prioridade na sua jornada empreendedora. Estar presente no mundo online não é suficiente, e por carregar este pensamento muitos empreendedores fazem estratégias de social media da maneira errada.

Se você já usa as redes sociais para divulgar a sua empresa mas não sabe como fazer isso da maneira correta nós fizemos este artigo com 8 coisas que você deveria fazer para usar as redes sociais da maneira mais efetiva possível.

Conheça o mundo das redes sociais

Antes de começar de fato uma estratégia de social media, é preciso conhecer onde você está prestes a entrar. Não esteja nas redes sociais só porque as pessoas falaram que isso é o certo, você precisa acreditar nos resultados que ela pode trazer para o seu negócio.

É preciso não só saber como essas redes funcionam, mas também ter o conhecimento do público que está nela. Mas mais importante ainda, é saber se o seu público está lá.

Depois de constatar quais são as redes sociais ideais para o seu tipo de negócio e público, aprenda a mexer nelas e pesquise também como são a estratégia dos seus concorrentes. Busque se destacar de forma diferente do que eles, mas use-os sempre como referência.

Busque ferramentas de automação

Agora que você já sabe onde você deve estar e como explorar estas redes sociais da melhor maneira possível, chegou a hora de procurar maneiras de automatizar o seu processo.

Para aqueles que não sabem, a automatização acontece através de ferramentas que facilitam o agendamento de postagem nas suas redes sociais. A ideia é reunir em uma só ferramenta a administração de todas as suas redes sociais e otimizar o seu tempo na hora de postar conteúdos nos seus perfis.

Existem muitas ferramentas que podem te ajudar nesta jornada, vale a pena analisar o custo benefício e escolher a que mais adequa ao seu orçamento e expectativas. Alguns exemplos são: Hootsuite, Hubspot, Instamizer, Buffer e entre outros.

Foque no engajamento

Como em qualquer outra estratégia, seu plano de social media precisar deixar claro qual é a sua intenção. Independente se seja atrair novos visitantes para o blog da sua empresa, atrair novos seguidores ou até mesmo clientes, é fundamental que haja engajamento com o seu público.

É super interessante que você provoque essa relação com os seus seguidores. Para que isso ocorra, faça perguntas, responda os comentários e promova a interação entre eles. Lembre-se de evitar criar situações polêmicas envolvendo a sua marca para não abalar a reputação da sua empresa.

Uma forma de gerar engajamento é oferecendo conteúdo que vai além da divulgação da sua marca, veja mais sobre isso no próximo tópico.

Ofereça mais do que publicidade

Disputar a atenção do consumidor já não é uma tarefa fácil e quando se trata do mundo online essa situação é ainda mais potencializada.

Como se destacar em meio aos seus concorrentes? A resposta é oferecendo conteúdos diferenciados. O seu perfil na rede social deve ser mais do que a divulgação do seu produto, e por isso ofereça conteúdos que agreguem de certa forma um valor para a vida do seu público.

Faça postagens de notícias sobre o seu segmento, faça promoções, dê dicas e aproveite ao máximo a oportunidade de entrar em contato com o seus clientes.

Veja o que o seu público têm a dizer

Já ensinamos aqui no blog uma vez como transformar o feedback do seu público em oportunidade – se você ainda não leu este artigo, clique aqui – e que é também uma ferramenta para medir o crescimento e direcionamento do seu negócio.

Já vimos também que, engajar o seu público não é tarefa fácil e por isso mais do que nunca você deve acompanhar o que as pessoas têm dito da sua empresa por aí.

Mas para isso, é preciso entender o real valor de um feedback e nunca levar as críticas para o pessoal. As pessoas na maioria das vezes conhecem o seu negócio e não a pessoa que está por trás de tudo isso, sendo assim saiba lidar com as críticas e veja nelas uma oportunidade de crescimento da sua empresa.

Cuidado com a maneira que você se posiciona

Ter a sua marca na internet significa ter uma super exposição dela. E por isso é tão importante saber se posicionar neste ambiente de interações sociais.

Qual posicionamento de opinião pode ser a faísca para gerar uma crise envolvendo a sua empresa. Na internet as pessoas têm a liberdade de se manifestar sobre diversos assunto, e isso pode ser perigoso caso a sua marca esteja envolvida em algum tipo de “escândalo”.

A ideia é manter a ética e política da “boa vizinhança” no mundo online. Evite falar sobre assuntos que despertam divergências de opiniões como política, religião e times de futebol por exemplo.

Quer saber mais sobre o assunto? Nós temos um post sobre isso.

Se posicionar de uma maneira que a identidade da sua marca seja reforçada é muito importante e por isso vamos falar mais sobre o assunto no próximo tópico.

Reforce a essência da sua empresa

A construção da identidade da sua empresa é fundamental na hora de decidir a maneira como a sua marca vai se comportar nas redes sociais.

Se a sua marca tem o espírito descolado e inovador, seria interessante criar uma linguagem mais casual com o seu público, apostar em memes interessantes e coisas do tipo. Caso seja uma marca que tenha a sustentabilidade como essência, vale a pena ficar atento aos comentários, lançamentos de produtos e campanhas que reforçam essa ideia.

As redes sociais também ajudam a reforçar o seu trabalho da gestão da sua marca, cuide bem disso!

Mensure seus resultados

Mensurar os resultados também faz parte de uma boa estratégia de social media. A internet nos fornece inúmeros dados que podem te ajudar a mapear desde o comportamento do seu público até como a rede social impacta na hora de realizar uma venda.

Isso não significa que todo dado é relevante para o seu negócio e por isso escolha as métricas certas para você fazer o acompanhamento. Uma boa dica, é fazer a sua escolha baseando nos objetivos do seu negócio e objetivos que você determinou antes de colocar a sua marca nas redes sociais.

Acompanhe seus seguidores, o engajamento das suas redes sociais, o aumento de tráfego e como isso impacta na sua divulgação.

Conclusão

As redes sociais têm muito o que nos dizer e por isso ela precisa ser levada a sério. Nada de colocar o seu “sobrinho” para gerenciar os perfis da sua empresa, a não ser que ele seja um profissional da área.

Este é um trabalho que exige cuidado, muita pesquisa e testes que podem causar impactos maiores se for realizado da maneira errada. Ter uma estratégia de social mais efetiva também deve ser prioridade na hora de pensar na divulgação do seu negócio.

Fonte: saiadlugar.com.br

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Contabilidade em Saltinho

Como abrir uma microempresa em Saltinho: O guia completo

Vamos falar sobre um dos temas que mais geram dúvidas no mundo do empreendedorismo: como abrir uma microempresa. Confira e tire suas dúvidas!

Você já deve ter percebido que em nosso site há vários conteúdos relevantes sobre os temas de empreendedorismo, marketing vendas e liderança.

Até porque, queremos ajudar qualquer empreendedora alcançar seus objetivos, desde os que são mais experientes até os que estão começando agora. A proposta é fazê-los sair do lugar literalmente, viabilizando maneiras de alçarem vôos mais altos.

Sendo assim, trazemos esse post para quem está começando agora e quer empreender um negócio. Vamos falar sobre um dos temas que mais geram dúvidas no mundo do empreendedorismo: como abrir uma microempresa.

Sabemos que empreender no Brasil é algo que envolve muita coragem. Dentre os desafios desse processo, muitos desistem já na etapa de abertura da empresa.

A grande questão é que nessa jornada é necessário de muito mais do que vontade, é preciso garantir que a empresa esteja dentro da lei e isso envolve algumas etapas de regularizações e registros conforme rege a lei brasileira.

Então, preparamos esse guia para que o processo de abrir uma microempresa não seja um motivo para desistir, ok?

Continue acompanhando o post para sair do lugar e entender melhor como é essa jornada!

O que é uma microempresa?

Antes de iniciarmos o assunto sobre abrir uma microempresa, vamos deixar claro o que caracteriza um negócio para se enquadrar nesse formato empresarial.

No geral, uma microempresa é uma sociedade empresarial composta por 1 ou mais sócios. Além disso, ela precisa possuir um faturamento anual dentro de um limite estabelecido pelos órgãos competentes. Hoje, esse faturamento foi definido como sendo por volta de até R$360 mil bruto.

Caso a empresa tenha um faturamento acima desse valor, ela é considerada de pequeno porte. Sendo assim, possui regras de funcionamento diferentes da microempresa.

Caso você ache esse limite um valor muito acima do que seu negócio pode faturar hoje, sugerimos que consulte sobre o formato de Microempreendedor Individual (MEI), talvez ele se adeque melhor ao seu propósito atual.

Como abrir uma microempresa em Saltinho?

 

Agora que você já entendeu o conceito de microempresa e consegue definir se é o melhor formato para o seu empreendimento ou não, preparamos esse tópico contendo quais são as questões burocráticas que precisam ser resolvidas, além do funcionamento da contratação de funcionários desse processo.

Por fim, forneceremos um passo a passo completo de como abrir uma microempresa. Veja:

Questões burocráticas

Antes de mais nada, é importante deixar claro que antes de abrir uma microempresa de fato, existem alguns compromissos mais burocráticos. Vamos detalhá-los logo abaixo.

O primeiro deles é buscar pelo Registro na Junta Comercial da cidade em que a empresa será instalada. Nessa etapa, será solicitados alguns documentos:

  • Contrato Social ou Requerimento de Empresário Individual ou Estatuto, em três vias;
  • Cópia autenticada do RG e CPF dos sócios da empresa;
  • Requerimento Padrão (Capa da Junta Comercial), em uma via;
  • FCN (Ficha de Cadastro Nacional) modelo 1 e 2, em uma via;
  • Pagamento de taxas através de DARF.

Após isso, a empresa vai receber o NIRE (Número de Identificação do Registro da Empresa) que é semelhante à certidão de nascimento para as pessoas físicas, porém ele é o registro das pessoas jurídicas. Somente com ele será possível dar continuidade no processo.

Obtendo o NIRE, o próximo passo é obter o CNPJ do negócio. Para quem não sabe essa é a sigla para Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica e é feito junto à Receita Federal.

Se o NIRE pode ser comparado com a certidão de nascimento de uma pessoa, o CNPJ é semelhante o CPF. Ou seja, ele é o cadastro geral de empresas no país.

Antes mesmo de iniciar esse processo, será preciso definir a atividade de atuação que a empresa adotará, de acordo com o CNAE. É importante atentar-se muito bem a esse momento, pois a classificação escolhida será utilizada na tributação e fiscalização das atividades da empresa.

Aproveite para escolher também qual será o regime de tributação. Hoje, temos disponíveis os seguintes no Brasil:

  • Lucro Presumido;
  • Lucro Real;
  • Simples Nacional.

Estude cada um deles e entenda qual se encaixa melhor com a sua realidade, faça uma análise das questões que envolvem desde o tamanho da empresa até os impostos e fiscalização de cada modelo.

É importante saber também que nem todas as empresas podem optar pelo regime do Simples Nacional, tal como as prestadoras de serviços que exigem habilitação profissional. Então, tenha cuidado ao fazer essa escolha.

Sendo assim, o registro do CNPJ pode ser feito pela internet através do site da receita. Nele será possível obter o aplicativo da solicitação do número, bem como saber os procedimentos para enviar os documentos.

O próximo passo é referente a obter a Inscrição Estadual ou o Registro Municipal.

Saiba que a Inscrição Estadual, que é o registro concedido pela Secretaria Estadual da Fazenda, é obrigatória apenas para os negócios que tem como atividade fim a produção de bens ou a venda de mercadorias.

Detalhando um pouco mais, ela é obrigatória para os setores da indústria, comércio, comunicação, energia e serviços de transporte intermunicipal e interestadual. Ela é extremamente necessária para obter a inscrição no ICMS, que é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

Essa solicitação precisa ser feita pelo contador da empresa e pode ser feita via internet. Um ponto de atenção é que em alguns estados, a inscrição estadual poderá ser solicitada somente após o pedido de alvará de funcionamento da sede da empresa.

Já o Registro Municipal é referente apenas às empresas que trabalham com prestação de serviços. Ele deve ser obtido junto a prefeitura do município sede da empresa.

Saiba que em alguns estados, esse registro pode sair automaticamente no momento em que o registro da empresa ficar pronto na Junta Comercial. Já para os estados que não trabalham dessa forma, é preciso consultar a regra do município.

As últimas questões burocráticas são referente ao alvará de corpo de bombeiros e o de funcionamento.

O alvará do corpo de bombeiros fornecerá uma avaliação do grau de risco da edificação, sendo que o prédio somente será liberado para uso conforme o resultado dessa análise. Já o alvará de funcionamento é uma licença prévia do município para que o negócio possa funcionar.

Todos os estabelecimentos industriais, comerciais ou de prestação de serviços precisam dele para poder abrir suas portas. Ele deve ser solicitado na prefeitura da cidade e o processo para obtê-lo varia de acordo com as regras legislativas de cada município.

Outro ponto de atenção é que dependendo da atividade desenvolvida pela empresa, será preciso o envolvimento de outras secretarias do município no processo de legalização da empresa, tal como a da Saúde, Meio Ambiente, dentre outras. Se informe em relação a isso.

No geral, a documentação necessária nesse processo de obtenção do alvará de funcionamento é:

  • O formulário de cadastro da prefeitura;
  • Consulta prévia de endereço aprovada;
  • Cópia do Contrato Social;
  • Cópia do CNPJ;
  • Laudo dos órgãos de vistoria, quando necessário.

Funcionários e Notas Fiscais

Saiba que se você cumpriu toda essa parte burocrática que falamos acima, a sua empresa já está apta para entrar em funcionamento.

Porém, ainda faltam duas etapas que podem ser feitas em paralelo juntamente com o funcionamento da empresa, mas são essenciais para que você possa começar a contratar funcionários, além de comercializar seus produtos e serviços.

A primeira delas é fazer o cadastro na Previdência Social. Isso é necessário pois para contratar colaboradores, é preciso estar ciente e se responsabilizar em relação as obrigações trabalhistas para com eles. Mesmo que seja um único funcionário, ou somente os sócios nesse início de empresa, é preciso fazer esse cadastro e pagar os tributos que são estabelecidos por ele.

O prazo para cadastramento é de cerca de 30 dias após o início das atividades e ele deve ser feito em uma Agência da Previdência.

Por fim, só falta obter o aparato fiscal para que a empresa possa funcionar plenamente. Então, será necessário solicitar a autorização para a autenticação de livros fiscais, juntamente com a impressão das notas fiscais.

Esse procedimento é feito na prefeitura de cada cidade. Com o aparato fiscal pronto e registrado, a empresa finalmente pode começar suas operações na legalidade.

Passo a passo rápido

O processo parece ser longo, não é mesmo? Mas fique tranquilo, ao longo dele você perceberá que é mais rápido do que você imagina, basta seguir as orientações de forma adequada.

Então, para finalizar, preparamos um passo a passo rápido desse processo para que você possa relembrar as etapas e também possa começar isso o mais rápido possível:

  1. Defina a atividade econômica em que a empresa se encaixa;
  2. Escolha o regime de tributação;
  3. Obtenha o NIRE na Junta Comercial;
  4. Solicite o CNPJ junto a Receita Federal;
  5. Obtenha a Inscrição Estadual ou Registro Municipal;
  6. Solicite o Alvará de Funcionamento e o do Corpo de Bombeiros;
  7. Faça o Cadastro na Previdência Social.
  8. Obtenha o Aparato Fiscal.

Fonte: saiadolugar.com.br

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