As tendências da Economia Brasileira para 2018 e como isto afeta sua empresa!

Em um mercado que muda constantemente, fica difícil para o gerente de controladoria acompanhar as informações da economia brasileira. Por isso, separamos as tendências da economia para 2018.

Em um mercado que muda constantemente, fica difícil para o gerente de controladoria ou Financeiro acompanhar as informações da economia brasileira e tomar decisões com mais agilidade. Será que é a hora da sua empresa, por exemplo, trocar de instalações? Qual é o melhor momento para comprar aquele software de gestão? É a hora de fazer uma Expansão, Aquisição ou Fusão?

Para ajudar você neste horizonte de dúvidas desenhado pelas tendências do mercado financeiro, é preciso fazer uma retrospectiva para entender o que aconteceu nos últimos anos e projetar com segurança os próximos passos da empresa. Como já dizia o pensador e filósofo Confúcio: “Se queres prever o futuro, estuda o passado”.

Por isso você, principalmente que trabalha na área de finanças e controladoria, deve ficar informado nas tendências e mudanças do mercado para o ano de 2018.

A economia brasileira em 2017

O ano de 2017 entrou carregado de expectativas pelos brasileiros, pelo fato de 2016 ter sido o auge da crise econômica no país. A retomada do crescimento econômico, mesmo em passos lentos, era algo muito esperado também pelas empresas, que em sua maioria, tiveram cortes no orçamento, redução no quadro de pessoal e restrições dos investimentos para se manterem com as portas abertas.

Com a justificativa de melhorar as contas do governo, o atual presidente Michel Temer trouxe em pauta, diversos projetos de Reforma, como: Reforma Previdenciária, Reforma Trabalhista e a Reforma Tributária, alguns já aprovados e outros em tramitação no Senado. Se as Reformas são motivos de preocupação para os funcionários, imagina para os empresários, que precisam ajustar as políticas internas, reorganizar a estrutura empresarial e o orçamento.

Uma dica para administrar melhor essas oscilações é ficar atento às mudanças, prever diversos cenários econômicos-financeiros e organizar os processos da empresa para atender as alterações das Reformas. Deixar para proceder com as adequações no último badalar dos sinos pode causar multas, problemas no Fluxo de Caixa, além de muito estresse.

Ufa! Realmente 2017 está sendo um ano que muitos profissionais da área Financeira a da Controladoria estão tendo um trabalho dobrado, buscando a redução de custos e maximização dos lucros.

Nesse cenário, o Orçamento Empresarial foi a estrela da vez, ao se tornar requisito de sobrevivência, e mais do que nunca, cruciais para ajudar as empresas a passarem por momentos de tanta instabilidade na economia do Brasil.

E como ficam as tendências do mercado financeiro em 2018

A projeção para o mercado financeiro é otimista para 2018. Especialistas da área falam em inflação controlada e crescimento econômico, com a expectativa do PIB subir cerca de 2%. Na opinião do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a projeção é ainda mais otimista, em seu comentário no Twitter ele afirma:

As Reformas aprovadas neste ano, também devem surtir melhorias, com a reorganização das contas públicas e a redução da burocracia.

Se os ventos sopram a favor do crescimento econômico para o próximo ano, não podemos deixar para construir o planejamento da noite para o dia.

Afinal, você já deve saber que um bom planejamento depende do envolvimento de várias áreas da empresa, de uma estrutura e modelagem financeira e orçamentária, além da aprovação da diretoria.

Separamos então alguma dicas para você preparar o planejamento financeiro e orçamentário da sua empresa para o próximo ano:

#1 – Faça uma previsão da demanda: trata-se de uma projeção, ou seja, uma antecipação da demanda tomando diversos fatores como base (como fatores mercadológico, financeiro e econômico, por exemplo). Em uma cadeia de suprimentos essa previsão é tida como essencial para as tomadas de decisões estratégicas e para elaboração do planejamento estratégico, tático e operacional da empresa. A previsão de demanda é também essencial para projetar as vendas.

#2 – Defina o Planejamento Estratégico, Tático e Operacional: é no Planejamento Estratégico, onde definimos as estratégias com foco no longo prazo da empresa. No Planejamento Estratégico a empresa precisa rever sua Missão, Visão e Valores e necessita definir as Metas e Objetivos a serem alcançados pela empresa dentro do horizonte que está sendo projetado. Já no Planejamento Tático são definidos os planos com foco no médio prazo orientado as áreas e departamentos da empresa, sendo o detalhamento com os meios para atingir os objetivos e metas da organização. Por fim, temos o Planejamento Operacional com planos bem mais focados no curto prazo, geralmente elaborados para períodos mais curtos, de 3 a 6 meses, com as definições de métodos, processos e sistemas a serem utilizados para que a organização possa alcançar os objetivos globais.

#3 – Inicie a Gestão Orçamentária: com os planos da empresa em mãos, é hora de transformar o Planejamento Estratégico, Tático e Operacional em números. Desta forma, sua empresa possuirá um plano completo de quanto precisa faturar, quais são os limites de custos e despesas que precisa respeitar, quais investimentos precisa realizar e pode acompanhar os números ao longo do ano, verificando se está caminhando para alcançar sua visão ou se precisa de algum ajuste na operação. Chamamos isto de Acompanhamento e Controle Orçamentário.

#4 – Simule Cenários: Uma prática muito comum nas empresas é a criação de Cenários Orçamentários. Os cenários são ensaios que as empresas realizam simulando diversas possibilidades de mudanças (internas ou externas) para entender os impactos que a empresa poderia sofrer com estas mudanças. Isto possibilita a empresa uma visão mais clara do cenário atual e permite a tomada de decisão mais fundamentada e precisa. É importante destacarmos aqui que a Projeção de Cenários não tenta prever o futuro, mas sim identificar fatores (variáveis) que podem se tornar reais em longo prazo. Desta forma a empresa pode se preparar, criando planos de ações prévios para os cenários mais prováveis.

Para finalizar…

Apesar das incertezas no mercado econômico do Brasil, uma coisa é certa: a vida na área de controladoria continua atribulada não é mesmo!? Brincadeiras à parte, todo mundo sabe que tendências não são verdades absolutas, mas regem o mercado financeiro, no qual o dinheiro é rei e a especulação é rainha. Por isso, fique sempre atento aos fatos e se organize com antecedência para vivenciá-los de forma sustentável.

Fonte: https://saiadolugar.com.br

O Empreendedorismo e a Contabilidade

Não basta ter boas idéias, força de vontade e determinação. Além de tempo e dinheiro, o empreendedor precisa de preparo, suporte e planejamento. Para que o negócio se fortaleça e se torne saudável, o trabalho do contabilista é fundamental.
A contabilidade é fonte de informação indispensável para que o empreendimento cresça seguro. Afinal, os registros contábeis irão fornecer informações sobre custos, giro de capital e dos encargos e tributos.

O reconhecimento do mercado implica também em preparo dos contabilistas no atendimento de seus clientes. O contato pessoal e a confiança, acrescidos de uma visão estratégica do negócio, são apontados pelos empresários como requisitos para a relação de parceria.
O serviço contábil é o mais procurado entre os empreendedores, conforme pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), além de ser considerado o segundo mais importante, atrás apenas dos conhecedores do mercado.

Porém, quase metade das empresas fecham suas portas em até dois anos, segundo dados do Sebrae. A principal razão é a falta de capital de giro, seguida da falta de clientes e de problemas financeiros.

O profissional da contabilidade pode exercer um papel de extrema importância quanto à organização da empresa, à estruturação contábil e ao planejamento fiscal financeiro, além de ser capaz de medir o retorno do capital investido.

O contabilista participam do desenvolvimento da empresa desde sua constituição, acompanham o registro na Junta Comercial ou no cartório civil e providenciam a regularização em vários órgãos, como Receita Federal, INSS, e Prefeitura.

A falta de informações específicas pode fazer diferença quando o negócio já estiver no mercado. Determinados profissionais liberais que atuam como prestadores de serviços não podem optar pelo Simples, por exemplo. E as cooperativas têm legislação específica, exigindo adequação contábil e fiscal própria.

A primeira preocupação é checar a viabilidade da empresa no mercado, já que muitas iniciativas empreendedoras se devem ao desemprego. Apesar da maioria dos empreendedores terem consciência do peso dos tributos no orçamento, os custos com aluguel e funcionários podem passar desapercebidos e não serem embutidos no preço final.

Recomenda-se que todo empreendedor procure orientação profissional antes de formar a empresa, para conhecer os encargos e obrigações legais, contábeis e fiscais a que estará sujeito suas atividades.

A contabilidade deve ser vista como ferramenta de gestão, para que possa projetar os resultados da empresa a partir de metas. Muitos empresários desprezam dados e avaliações, e perdem uma excelente oportunidade de contar .com a experiência, formação e competência do contabilista.

CARGA FISCAL E OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS

Reclamações quanto à carga tributária e o exigências de declarações pela Receita são comuns a empresários e contabilistas. Sem organizar uma agenda de pagamentos de tributos, o empresário não planeja seu giro de capital como deveria.

Cabe ao profissional contábil esclarecer e estruturar com o cliente o plano de contas a pagar, pois o governo é um “sócio sugador” do empresário, consumindo mais de 30% do que a empresa fatura.

Um profissional atualizado para assessorar o empreendedor nas obrigações com o “Leão” já o permite delegar mais tempo para a administração do negócio.

O mesmo cuidado deve-se ter na esfera trabalhista, com o registro na carteira de trabalho de todos os funcionários, além do recolhimento de FGTS e INSS.

Em geral, o empreendedor desconhece a enormidade de obrigações acessórias da empresa – em relação a prazos de apresentação de documentos e de recolhimentos de tributos – e a complexidade e a carga tributária, que pesa para quem consome seu produto.

PRÓ-LABORE E LUCROS

Outro detalhe, que passa despercebido aos empreendedores, é a questão de retirada de lucros e de pró-labore dos sócios. Afinal, há empresas que não quebram por falta de vendas ou de clientes, e sim por brigas entre sócios. Recomenda-se clareza sobre a carga horária de cada sócio no empreendimento e sua remuneração. O contabilista pode detalhar estas questões e proporcionar recomendações importantes para evitar conflitos societários.

DIAGNÓSTICO FINANCEIRO

A falta de capital de giro pode acabar fazendo com que a empresa fique sem dinheiro para manter os estoques e remunerar funcionários. O contabilista pode facilitar o planejamento, fazendo uma previsão dos custos, encargos financeiros e tributários. Outra recomendação é montar indicadores regulares para realizar o diagnóstico da empresa.

Os custos precisam ser muito bem dimensionados para se chegar ao preço final do produto. Também deve ser levada em conta a carga tributária, ou seja, os impostos embutidos no preço do produto, assim como os incidentes e a margem de contribuição esperada.

O levantamento regular de balancetes pode propiciar ao empreendedor uma visão mais clara de seu negócio, apesar de que muitos empreendedores não terem grandes conhecimentos de finanças e planejamento. A contabilidade dá o norte ao empreendedor, indicando, por exemplo, quais custos estão elevados e o histórico do desempenho das contas.

Enfim, contabilidade não é luxo, é necessidade!

Fonte: www.portaldecontabilidade.com.br

Conselhos valiosos para grandes empreendedores

Que empreender é uma aventura desafiadora, ninguém tem dúvidas: lidar, desde o começo, com o aprendizado de abrir — e gerir — um negócio próprio e colocar as ideias em prática vai proporcionar um caminho de muitos erros e acertos.

As mesmas inseguranças permeiam a vida de quem já alcançou o sucesso do empreendimento, mas alguns desafios a mais podem aparecer, seja porque o tempo ficou corrido, maior volume de funcionários começou a tomar a atenção ou setores de atuação da atividade já foram aproveitados ao máximo.

Nessas horas, conselhos valiosos podem ajudá-lo a enxergar oportunidades e aproveitar melhor as situações do seu dia a dia, tanto para benefício próprio quando para sua empresa.

Por isso, hoje vamos trazer alguns conselhos e dicas para que você se inspire e consiga contornar os novos problemas da rotina, ganhando mais estímulo para superá-los! Acompanhe!

1. O comodismo após o sucesso pode ser fatal

Erro muito comum entre novos grandes empreendedores é achar que o sucesso garante estabilidade eterna.

O comodismo pode levar gestores a acharem que o sucesso conseguido é inalcançável por outros, e muitas vezes eles descobrem que isso é uma mentira quando veem concorrentes tomarem seus lugares.

Nunca se esqueça que no mercado atual existem diversos concorrentes que estão lutando para conquistar uma parcela da sua clientela. Se você ficar estagnado é muito provável que novos empreendedores consigam tirar o seu lugar.

Por isso, procure sempre inovar. O ideal que você busque novas tecnologias, recicle práticas que já estão ultrapassadas tente manter sempre um ambiente profissional cada vez mais otimizado.

Dessa forma, é possível combater o comodismo e evitar que as ilusões do sucesso não subam à cabeça.

2. A satisfação dos clientes deve sempre ser o objetivo principal

Eventualmente, empreendimentos grandes abrem mão da forma mais pessoal e atenciosa que os clientes eram tratados no começo da atividade, mas o ideal é que você não perca essa essência.

Mesmo que o volume de tarefas aumente, o time cresça e a ideia principal tenha se modificado, busque, sempre que possível, ouvir o feedback dos seus consumidores, tentando sempre evoluir.

A regra da satisfação da clientela se aplica, sobretudo, para grandes empreendedores, criando um ciclo entre expectativas cumpridas dos consumidores e divulgação da marca: quanto melhor o atendimento oferecido, mais fácil fica de converter novos compradores em efetivos clientes.

Lembre-se que a base de um bom empreendimento é uma boa carteira de clientes — e o desenvolvimento de um negócio requer uma base estabilizada —, portanto foque em sempre em desenvolver uma relação mais próxima com a clientela.

3. Nada mais inspirador para uma equipe do que um bom empreendedor como exemplo

Se você busca manter uma equipe motivada para promover uma empresa mais harmoniosa e em seu máximo potencial, é fundamental dar o exemplo.

Muitas vezes, o desafio é conseguir inspirar os colegas de trabalho sem ter referências de outros empreendedores de sucesso, por isso, o ideal é que você busque modelos de profissionais que aspira ser um dia.

O sucesso advém do trabalho duro e do aproveitamento das pequenas oportunidades que aparecem no dia a dia, então por que não aproveitar disso para se tornar um referencial dentro do seu empreendimento?

Por isso, procure fazer parte efetivamente do seu time. Converse com os colegas, invista na comunicação interna e promova políticas que dinamizem o funcionamento geral do trabalho. O bom exemplo ultrapassa quaisquer conselhos valiosos e se gera ótimos resultados com o tempo!

Assim você consegue melhorar a cultura organizacional do seu negócio e evitar que ele fique estagnado, garantindo cada vez mais sucesso!

4. Expandir para outras áreas é uma ótima decisão para quem não quer ficar parado

Já está com um negócio estável que consegue funcionar por si mesmo? Isso mostra que seu esforço e a capacidade de resolver problemas para desenvolver um empreendimento realmente valeram a pena.

Se você conseguiu estabelecer uma atividade do básico, por que não expandir para outros setores? É comum que gestores tenham interesse em investir em outras áreas, então aproveite para se aventurar nessa nova jornada.

Uma boa dica é buscar atividades relacionadas ao seu negócio principal! Isso permite que você desenvolva produtos atrelados à marca principal — o que torna a captação de clientes mais fácil, uma vez que eles já conhecem sua atuação.

Mas se você quer tentar um setor diverso, não hesite! Empreender, como já sabemos, é um caminho desafiador que gera ótimos resultados a curto e longo prazos!

5. Não pense na equipe como funcionários, pense como colaboradores

Assim como o relaxamento no tratamento de clientes — que deve ser evitado! —, entre conselhos valiosos devemos lembrar também da relação entre chefe e empregado.

Se você trata seu time como um grupo de funcionários, é melhor rever isso: a equipe, na verdade, pode ser considerada um dos pilares essenciais para o funcionamento da empresa. Tratá-la sem o devido cuidado é tratar o próprio negócio mal.

Ao entender que você possui colaboradores, fica mais fácil desenvolver uma relação mais harmoniosa, desenvolvendo uma boa forma de liderar e melhorando drasticamente a qualidade final do seu serviço.

6. Parcerias não são eternas e devem ser revistas constantemente

Ninguém cresce sozinho no mundo do empreendedorismo e isso já é uma ideia muito difundida. A real necessidade de promover parcerias é criar um sistema de benefícios para todas as empresas em uma relação, para que então, ambas possam alcançar suas metas.

Mas em que momento os parceiros antigos podem deixar de ser interessantes?

É fundamental que você, como empreendedor, saiba identificar os benefícios de uma parceria: o que é possível extrair dela? Como está funcionando esse sistema de colaboração mútua entre as partes? E — um dos pontos mais importantes — qual é o retorno sobre o investimento?

Essas são perguntas para norteá-lo a encontrar quais são os vínculos que podem ser rompidos e quais devem permanecer. Dessa forma, você abre espaço para encontrar novas empresas que compartilhem dos seus objetivos e que tenham interesse em estabelecer um vínculo real e produtivo com seu negócio.

Fonte: https://saiadolugar.com.br/