Planejamento para abertura de empresa: o que é necessário e como montar um projeto

O plano de negócios é um documento reconhecido que descreve os resultados de sua pesquisa, análise e planejamento, e aponta como sua empresa será configurada e administrada.
Mas dependendo do público-alvo, pode não ser suficientemente detalhado para auxiliar na gestão do lançamento do seu projeto. Além disso, muitas vezes nem sempre descreve o tempo/recursos necessários em todas as etapas pré e pós-lançamento.

Portanto, analisamos como criar um planejamento adicional que o ajudará a criar um plano de negócios eficaz e ajudá-lo a lançar e administrar seus negócios.

COLOQUE SEU PROJETO NO PAPEL

Criar um negócio é um projeto. Isso significa que ele precisa ser gerenciado de forma eficaz, a fim de minimizar o tempo necessário para chegar a um lançamento bem-sucedido (o tempo é precioso e caro nesta fase de um negócio).

Realizar as tarefas certas é claramente essencial, mas a ordem em que você realiza essas tarefas também é importante para minimizar atrasos e retrabalho. Por exemplo, se estiver configurando um negócio de comércio eletrônico vendendo itens que você pretende comprar por atacado, o que você faz primeiro: comprar o estoque ou desenvolver o site? Ou você faz isso ao mesmo tempo?

Quanto tempo vai demorar? E em que ponto você deve configurar uma conta bancária comercial, finalizar os detalhes da embalagem, criar um logotipo, contratar um fornecedor de escritório virtual, etc?
É claro que você pode descobrir à medida que avança. Mas essa abordagem pode ser confusa, frustrante e levar muito mais tempo do que o necessário.
E, por outro lado, quanto mais curta a fase inicial do seu negócio, mais cedo você estará cumprindo a promessa do seu planejamento de negócios e encantando os clientes.

CRIE UMA LISTA

Ter uma lista de “Fazeres” é melhor do que nada. Mas, como dito acima, o momento das tarefas e a ordem em que são realizadas é importante e uma lista simples não ajuda muito a esse respeito.
Portanto, o que você precisa é de um plano pré-negócio.
Simplificando, este plano é uma lista de “fazeres” que mostra o que precisa ser feito e quando precisa ser feito.

Mas se você está construindo ou lançando um negócio on-line, as ferramentas empregadas para ajudar a gerenciar seu tempo e progresso devem ser sempre apropriadas para o tamanho e a complexidade do projeto.

CRIANDO SEU PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS

Para produzir o plano de negócio, primeiro você precisará de um lápis e borracha grande. Em seguida, siga os passos abaixo:
Anote todas as tarefas que você precisa realizar para configurar seu negócio (pode ajudar dividir o negócio em pedaços, por exemplo. Site, Produtos, Back Office, Marketing, etc.)

Desenhe setas entre as tarefas na ordem em que precisam acontecer (é importante lembrar que uma tarefa não pode começar até que várias tarefas anteriores tenham sido concluídas)
Adicione o tempo estimado que cada tarefa levará para ser concluída.

Opcional: adicione quem é responsável por cada tarefa.

Se você quiser saber quanto tempo todo o plano, ou certas partes, é estimado para concluir, trace as diferentes rotas através do plano, somando as durações.
As coisas vão mudar, então verifique e atualize o planejamento à medida que o trabalho progride e marque as tarefas à medida que você as completa.

IDENTIFIQUE SEU PÚBLICO-ALVO

Seu negócio não é para todos. Embora você possa pensar que todos vão adorar sua ideia, essa não é uma estratégia de negócios viável.
Um dos primeiros passos para lançar um negócio de sucesso é identificar claramente o mercado-alvo.
Mas para descobrir quem você segmentará, você precisa realizar pesquisas de mercado.
Esta é sem dúvida a parte mais importante do lançamento do seu projeto. Se não houver mercado para o seu negócio, a empresa falhará.

É simples assim.

Se você reservar um tempo para escrever um plano de negócios, poderá descobrir que não há um mercado viável para seu negócio antes que seja tarde demais. É muito melhor aprender essas informações nesses estágios preliminares do que depois de investir uma tonelada de dinheiro em seu empreendimento.
Para descobrir seu mercado-alvo, comece com suposições amplas e reduza lentamente. Normalmente, a melhor maneira de segmentar seu público é usando estas quatro categorias:

  • geográfico
  • demográfico
  • psicográfico
  • comportamental

Comece com coisas como:

  • Idade
  • Gênero
  • Nível de renda
  • Etnia
  • Localização

Como eu disse anteriormente, comece amplamente. Mas à medida que você continua passando por sua pesquisa de mercado, você pode ser ainda mais específico.
Quando você terminar, o mercado-alvo pode ficar mais ou menos assim:

  • Homem
  • Idade entre 26 a 40
  • Morando no sul
  • Com uma renda anual de R$ 55.000 a R$ 70.000

Esse perfil abrange todos os quatro segmentos demográficos que mencionei anteriormente. Além disso, é muito específico.

ANALISE SUA CONCORRÊNCIA

Além de pesquisar seu mercado-alvo, você também precisa realizar uma análise competitiva. Você usará essas informações para criar sua estratégia de diferenciação de marca.

Quando você está escrevendo um plano de negócios, sua startup ainda não existe. Ninguém sabe sobre você. Não espere ser bem-sucedido se estiver planejando lançar a cópia de um concorrente.
Os clientes não terão motivos para mudar para sua marca se for a mesma que a empresa em que já conhecem e confiam.

Como você vai se separar da multidão? Sua estratégia de diferenciação pode envolver seu preço e qualidade. Se seus preços são mais baixos, esse pode ser o seu nicho no setor. Se você tem qualidade superior, também existe um mercado para isso.

Por outro lado, a análise competitiva deve ser realizada com a identificação do seu público-alvo. Ambos se enquadram na categoria de pesquisa de mercado do seu plano de negócios.

Depois de descobrir quem são seus concorrentes, será mais fácil determinar como sua empresa será diferente deles.

ORÇAMENTO

Você precisa ter todos os seus números em ordem quando estiver escrevendo um plano de negócios, especialmente se estiver planejando conseguir um financiamento para o investimento.

Em seguida, descubra exatamente quanto dinheiro você precisa para iniciar o negócio e permanecer operacional; caso contrário, você ficará sem dinheiro.
Ficar sem dinheiro é uma das razões mais comuns pelas quais as empresas iniciantes falham.
Tirar um tempo para resolver seu orçamento antes do lançamento minimizará esse risco.
Considere tudo. Comece com o básico como:

  • Custos de equipamentos
  • Propriedade (compra ou locação)
  • Honorários advocatícios
  • Seguro
  • Inventário

Esses números precisam ser precisos. Em caso de dúvida, estime mais alto. As coisas nem sempre saem de acordo com o planejado.

SEU PLANEJAMENTO DE MARKETING

Seu plano de marketing depende de tudo de que falei até agora.
Como você adquirirá clientes com base na pesquisa de mercado do seu público-alvo e na análise competitiva?

Essa estratégia também precisa estar alinhada com seu orçamento e projeções financeiras.
Adquirir clientes é caro. Você não quer investir todo o seu orçamento de marketing em uma estratégia ruim. Se não funcionar, você não tem nada para recorrer.

Antes de tentar qualquer coisa, resolva o básico primeiro:

  • Lançar um site
  • Mantenha-se ativo nas plataformas de mídia social
  • Comece a criar uma lista de assinantes de e-mail
  • Foco na retenção de clientes
  • Crie programas de fidelidade do cliente.

Mesmo antes do lançamento oficial da sua empresa, você pode começar a criar seu site e perfis de mídia social.

A última coisa que você quer é que os consumidores descubram sua marca, mas depois não consigam encontrar seu site ou informações de contato. Ou pior, seja direcionado para um site quebrado ou inacabado.

POR FIM, MANTENHA SEU PLANEJAMENTO CURTO E PROFISSIONAL

Falei sobre muitos componentes diferentes do seu plano de negócios. Pode parecer esmagador, mas não se assuste.
Este plano não deve ser uma dissertação de 100 páginas.

Você definitivamente quer que seja detalhado e completo, mas não exagere. Não há um número exato de páginas que deveria ser, mas tem que ter pelo menos uma página por seção.
Também deve ser escrito de forma limpa e profissional. Não use gírias.

Por fim, revise-o quanto a erros gramaticais e ortográficos.
Lembre-se, talvez seja necessário usar isso para levantar capital. Portanto, as pessoas podem hesitar em lhe emprestar dinheiro se você ignorar as pequenas coisas, como gramática adequada.

O MEI pode contratar quantos funcionários? Saiba como funciona, quanto custa e qual o limite para contratar

Com o sucesso da empresa surge a necessidade de crescer, de aumentar o trabalho e, por conseguinte, de contratar funcionários. Mas isso também se aplica ao Microempreendedor Individual (MEI)? Uma necessidade natural é a ajuda nas atividades do dia-a-dia quando você tem que administrar seu próprio negócio.
Portanto, caso necessite desse suporte em seu negócio, veja neste artigo se é possível contratar funcionários sendo MEI e como funciona esse procedimento.

 

 

O MEI PODE CONTRATAR FUNCIONÁRIOS?

Uma das vantagens de se tornar MEI é justamente a possibilidade de contratar um funcionário para auxiliá-lo nas atividades da empresa, mas de acordo com a Lei complementar 128, de 2008, o MEI só pode contratar um funcionário único, que pode ser qualquer pessoa, incluindo marido, mulher, irmão, mãe ou filho, desde que o trabalhador tenha mais de 16 anos.

Após a sua contratação, este profissional passa ter benefícios, com o MEI sendo responsável por contribuir para a Previdência Social, bem como arrecadação de impostos.

Isso garante ainda os direitos trabalhistas para os que possuem carteira assinada através da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).

REMUNERAÇÃO DO CONTRATADO

O trabalhador contratado receberá um salário mínimo ou o salário mínimo da categoria. O limite será o valor de um salário mínimo. Mesmo com as contratações, o limite de faturamento do MEI permanece o mesmo, ou seja, não deve ultrapassar R$ 81 mil por ano.

Além do salário que o trabalhador deve receber, o MEI deve se organizar para custear todo o processo de contratação, ou seja, 11% do salário que será pago.
Então, os custos ficam organizados desta forma:

  • INSS: 3% que é de responsabilidade do empregador,
  • FGTS: calculado à alíquota de 8% sobre o salário do empregado.

 

O FGTS deve ser descontado diretamente do salário do empregado e recolhido pelo Guia de Pagamentos do Fundo de Garantia e Informações da Previdência Social (GFIP) até o dia 7 do mês seguinte ao mês do pagamento do salário.
O INSS também é responsabilidade do MEI, e deve ser recolhido através do Guia da Previdência Social (GPS).

COMO REALIZAR A CONTRATAÇÃO

O primeiro passo é combinar o salário a ser pago e depois reunir os documentos do novo funcionário, que geralmente são os seguintes:

  • Carteira de trabalho
  • RG; CPF
  • Número do PIS (Programa de Integração Social)
  • Certificado militar (para maiores de 18 anos)
  • Certidão de nascimento e casamento
  • Declaração de dependentes (caso existam)
  • Atestado médico para admissão

Feito isso, as informações do contratado devem ser registradas no eSocial.

E SE O MEI PRECISAR DE MAIS COLABORADORES?

Quem é Microempreendedor Individual tem o direito de ter alguém para auxiliar nas tarefas referentes à atividade econômica que realiza. Por outro lado, o MEI pode contratar somente até um (01) funcionário, que deve receber um salário mínimo ou o valor do piso da categoria.
Portanto, caso o MEI precise de mais um empregado, é preciso se desenquadrar e se tornar uma Microempresa.

 

O MEI PODE CONTRATAR UM ESTAGIÁRIO

Uma vez que o MEI pode ter um funcionário, a questão agora é “O MEI pode ter um estagiário?”

Pela legislação, a resposta também é positiva: o MEI pode ter estagiário. Por outro lado, o recrutamento deve seguir a Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008; rege o contrato de estágio, que deve ser inscrito na carteira, visto que o MEI pode acolher estagiário, importa referir que não pode contratar outra pessoa – a regra é a mesma da contratação de mais de um colaborador.

O MEI pode contratar quantos funcionários? Saiba como funciona, quanto custa e qual o limite para contratar

Com o sucesso da empresa surge a necessidade de crescer, de aumentar o trabalho e, por conseguinte, de contratar funcionários. Mas isso também se aplica ao Microempreendedor Individual (MEI)? Uma necessidade natural é a ajuda nas atividades do dia-a-dia quando você tem que administrar seu próprio negócio.
Portanto, caso necessite desse suporte em seu negócio, veja neste artigo se é possível contratar funcionários sendo MEI e como funciona esse procedimento.

 

 

O MEI PODE CONTRATAR FUNCIONÁRIOS?

Uma das vantagens de se tornar MEI é justamente a possibilidade de contratar um funcionário para auxiliá-lo nas atividades da empresa, mas de acordo com a Lei complementar 128, de 2008, o MEI só pode contratar um funcionário único, que pode ser qualquer pessoa, incluindo marido, mulher, irmão, mãe ou filho, desde que o trabalhador tenha mais de 16 anos.

Após a sua contratação, este profissional passa ter benefícios, com o MEI sendo responsável por contribuir para a Previdência Social, bem como arrecadação de impostos.

Isso garante ainda os direitos trabalhistas para os que possuem carteira assinada através da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).

REMUNERAÇÃO DO CONTRATADO

O trabalhador contratado receberá um salário mínimo ou o salário mínimo da categoria. O limite será o valor de um salário mínimo. Mesmo com as contratações, o limite de faturamento do MEI permanece o mesmo, ou seja, não deve ultrapassar R$ 81 mil por ano.

Além do salário que o trabalhador deve receber, o MEI deve se organizar para custear todo o processo de contratação, ou seja, 11% do salário que será pago.
Então, os custos ficam organizados desta forma:

  • INSS: 3% que é de responsabilidade do empregador,
  • FGTS: calculado à alíquota de 8% sobre o salário do empregado.

 

O FGTS deve ser descontado diretamente do salário do empregado e recolhido pelo Guia de Pagamentos do Fundo de Garantia e Informações da Previdência Social (GFIP) até o dia 7 do mês seguinte ao mês do pagamento do salário.
O INSS também é responsabilidade do MEI, e deve ser recolhido através do Guia da Previdência Social (GPS).

COMO REALIZAR A CONTRATAÇÃO

O primeiro passo é combinar o salário a ser pago e depois reunir os documentos do novo funcionário, que geralmente são os seguintes:

  • Carteira de trabalho
  • RG; CPF
  • Número do PIS (Programa de Integração Social)
  • Certificado militar (para maiores de 18 anos)
  • Certidão de nascimento e casamento
  • Declaração de dependentes (caso existam)
  • Atestado médico para admissão

Feito isso, as informações do contratado devem ser registradas no eSocial.

E SE O MEI PRECISAR DE MAIS COLABORADORES?

Quem é Microempreendedor Individual tem o direito de ter alguém para auxiliar nas tarefas referentes à atividade econômica que realiza. Por outro lado, o MEI pode contratar somente até um (01) funcionário, que deve receber um salário mínimo ou o valor do piso da categoria.
Portanto, caso o MEI precise de mais um empregado, é preciso se desenquadrar e se tornar uma Microempresa.

 

O MEI PODE CONTRATAR UM ESTAGIÁRIO

Uma vez que o MEI pode ter um funcionário, a questão agora é “O MEI pode ter um estagiário?”

Pela legislação, a resposta também é positiva: o MEI pode ter estagiário. Por outro lado, o recrutamento deve seguir a Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008; rege o contrato de estágio, que deve ser inscrito na carteira, visto que o MEI pode acolher estagiário, importa referir que não pode contratar outra pessoa – a regra é a mesma da contratação de mais de um colaborador.

Alternativas para ter um CNPJ lucrativo em tempos de Reforma Tributária

Você já está sabendo sobre as mudanças previstas na reforma tributária? O que mais se discute sobre o impacto no resultado das empresas é uma alíquota prevista na parte da reforma tributária que trata do imposto de renda (PL 2337/21).
Essa parte da proposta propõe mudanças para pessoas físicas, jurídicas e aplicações financeiras. E é chamada de “segunda fase” da reforma tributária.

Embora o pacote atualize várias regras, como as faixas de imposto de renda, ele também muda o tratamento dos dividendos na reforma tributária.

Esta mudança aparece na participação nos lucros, que atualmente não é tributada, receberia imposto de 20%. O que muda o cenário para os empresários que fica com parte do salário assim recebido.

É importante ressaltar que a proposta prevê que as micro ou pequenas empresas fiquem isentas em até R$ 20 mil mensais.
Isso leva à desoneração para determinados profissionais que se formalizaram como CPNJ para manter a remuneração.

Mesmo aqueles que serão tributados, com distribuição de lucro superior a R$ 20 mil, terão apenas impacto fiscal sobre o excedente. O que ainda pode ser uma vantagem.

QUAIS SÃO AS MUDANÇAS PREVISTAS NA REFORMA TRIBUTÁRIA?

A mesma proposta prevê a alteração do imposto sobre as CNPJs. As alterações visam uma redução de 15% para 6,5% em 2022 e para 5,5% em 2023.

Outra redução tributária proposta na segunda fase da reforma tributária diz respeito à CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Ele  cairia de 9% para 7,5% para a maioria das empresas.

Tais mudanças reduzem os impostos pagos pelas empresas. Por outro lado, o principal benefício das propostas em geral é a simplificação.
É por isso que estudar como abrir um negócio continua sendo um caminho interessante para quem está nos estágios iniciais. Além de diminuir os impostos totais, a redução da burocracia torna mais fácil para o empresário manter o negócio em dia.

Podemos dizer que haverá ganhos consideráveis ​​com a unificação de tributos e a facilitação de processos nas relações entre empresas e governo.

COMO PERMANECER NO LUCRO MESMO APÓS ESTAS MUDANÇAS NA REFORMA TRIBUTÁRIA?

O principal passo que um empresário deve dar para manter ou mesmo aumentar sua lucratividade é buscar o melhor planejamento tributário. E os especialistas em contabilidade estão muito acostumados a lidar com isso. Portanto, o mais importante é sempre escolher bem o seu meio contábil. Este parceiro poderá mostrar o melhor caminho para manter a lucratividade.

COMO SE PREPARAR E EVITAR OS RISCOS?

A reforma tributária realmente tem impacto no seu dia a dia como empresário. Mas tome cuidado para não agir antecipadamente. Por outro lado, fique atento a todos os pontos a serem debatidos pelos parlamentares e ainda não foram encerrados.
Leituras como a deste artigo podem e devem fazer parte do seu cotidiano durante essa fase do tema, pois quando as mudanças forem de fato implementadas, pode ser necessário mudar o que está sendo praticado atualmente.

NÃO TOME DECISÕES PRECIPITADAS

Não se esqueçam que as propostas estão em discussão, que ainda não há aprovação da Reforma.

Por outro lado, ainda envolve várias questões ainda sem consenso e que podem ser consideravelmente modificadas pelos parlamentares.

Enquanto as mudanças tributárias são definidas, não há nada que impeça você de se concentrar no núcleo do seu negócio e continuar crescendo. Portanto, esta é uma ótima maneira de lidar com qualquer mudança que possa surgir.

MANTENHA SEUS COLABORADORES POR PERTO

Por fim, a reforma tributária será facilmente absorvida pelas empresas. É importante manter bons parceiros, que podem realmente fazer a diferença nos momentos difíceis.

Alternativas para ter um CNPJ lucrativo em tempos de Reforma Tributária

Você já está sabendo sobre as mudanças previstas na reforma tributária? O que mais se discute sobre o impacto no resultado das empresas é uma alíquota prevista na parte da reforma tributária que trata do imposto de renda (PL 2337/21).
Essa parte da proposta propõe mudanças para pessoas físicas, jurídicas e aplicações financeiras. E é chamada de “segunda fase” da reforma tributária.

Embora o pacote atualize várias regras, como as faixas de imposto de renda, ele também muda o tratamento dos dividendos na reforma tributária.

Esta mudança aparece na participação nos lucros, que atualmente não é tributada, receberia imposto de 20%. O que muda o cenário para os empresários que fica com parte do salário assim recebido.

É importante ressaltar que a proposta prevê que as micro ou pequenas empresas fiquem isentas em até R$ 20 mil mensais.
Isso leva à desoneração para determinados profissionais que se formalizaram como CPNJ para manter a remuneração.

Mesmo aqueles que serão tributados, com distribuição de lucro superior a R$ 20 mil, terão apenas impacto fiscal sobre o excedente. O que ainda pode ser uma vantagem.

QUAIS SÃO AS MUDANÇAS PREVISTAS NA REFORMA TRIBUTÁRIA?

A mesma proposta prevê a alteração do imposto sobre as CNPJs. As alterações visam uma redução de 15% para 6,5% em 2022 e para 5,5% em 2023.

Outra redução tributária proposta na segunda fase da reforma tributária diz respeito à CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Ele  cairia de 9% para 7,5% para a maioria das empresas.

Tais mudanças reduzem os impostos pagos pelas empresas. Por outro lado, o principal benefício das propostas em geral é a simplificação.
É por isso que estudar como abrir um negócio continua sendo um caminho interessante para quem está nos estágios iniciais. Além de diminuir os impostos totais, a redução da burocracia torna mais fácil para o empresário manter o negócio em dia.

Podemos dizer que haverá ganhos consideráveis ​​com a unificação de tributos e a facilitação de processos nas relações entre empresas e governo.

COMO PERMANECER NO LUCRO MESMO APÓS ESTAS MUDANÇAS NA REFORMA TRIBUTÁRIA?

O principal passo que um empresário deve dar para manter ou mesmo aumentar sua lucratividade é buscar o melhor planejamento tributário. E os especialistas em contabilidade estão muito acostumados a lidar com isso. Portanto, o mais importante é sempre escolher bem o seu meio contábil. Este parceiro poderá mostrar o melhor caminho para manter a lucratividade.

COMO SE PREPARAR E EVITAR OS RISCOS?

A reforma tributária realmente tem impacto no seu dia a dia como empresário. Mas tome cuidado para não agir antecipadamente. Por outro lado, fique atento a todos os pontos a serem debatidos pelos parlamentares e ainda não foram encerrados.
Leituras como a deste artigo podem e devem fazer parte do seu cotidiano durante essa fase do tema, pois quando as mudanças forem de fato implementadas, pode ser necessário mudar o que está sendo praticado atualmente.

NÃO TOME DECISÕES PRECIPITADAS

Não se esqueçam que as propostas estão em discussão, que ainda não há aprovação da Reforma.

Por outro lado, ainda envolve várias questões ainda sem consenso e que podem ser consideravelmente modificadas pelos parlamentares.

Enquanto as mudanças tributárias são definidas, não há nada que impeça você de se concentrar no núcleo do seu negócio e continuar crescendo. Portanto, esta é uma ótima maneira de lidar com qualquer mudança que possa surgir.

MANTENHA SEUS COLABORADORES POR PERTO

Por fim, a reforma tributária será facilmente absorvida pelas empresas. É importante manter bons parceiros, que podem realmente fazer a diferença nos momentos difíceis.