Cinco formas de chamar atenção do cliente com autenticidade

Há muitas décadas, as campanhas de marketing individuais eram a grande sacada.

No entanto, desde o surgimento da Internet e, em especial, a popularidade das redes sociais, o comportamento do cliente mudou drasticamente.

 As redes sociais não apenas se tornaram uma ferramenta essencial para qualquer estratégia de marketing (quase metade dos usuários do Facebook já “recomendaram” uma marca), os clientes hoje também esperam que sua relação com as marcas vá além do valor de uso dos produtos.

Para Mohan Sawhney, professor residente de marketing e Diretor de Tecnologia da Fundação McCormick na Kellogg School, isso significa que é hora de os líderes de marketing aceitarem e começarem a usar uma abordagem diferente.

Em vez do modelo tradicional “forçado” das campanhas de marketing, o marketing de envolvimento atrai as pessoas ao contar histórias, promover discussões e abordar as necessidades e interesses do cliente.

O objetivo é envolver os clientes em um relacionamento mais profundo, mais sustentado com um determinado produto ou marca.

“Se você só fala com os clientes sobre o que quer vender, eles têm a opção de nem ouvir”, diz Sawhney. “O lema para o marketing de envolvimento é ‘Não pergunte como vender, mas sim como pode ajudar’”.

Seguem cinco dicas importantes para as empresas que desejam obter êxito com marketing de envolvimento:

1. Ofereça valor real aos clientes.


“O marketing de envolvimento significa liderar com conteúdo, não produtos”, diz Sawhney. Este conteúdo deve ser verdadeiramente útil para os clientes.

“É publicidade como um serviço, ao invés de publicidade como interrupção”, diz Sawhney. “Fundamentalmente, você está oferecendo aos clientes valor em troca da atenção deles”.

A provedora de soluções de automação de marketing Marketo oferece um conjunto abrangente de “Orientações Definitivas” para ajudar os marqueteiros a dominar tópicos como marketing digital, marketing por e-mail, marketing social e métricas de marketing.

Em vez de vender suas plataformas, a Marketo procura aconselhar e informar os clientes e, assim, conquistar o direito de falar a respeito de seus produtos.

O ConnectLIVE, um aplicativo criado pela Valspar Paint, oferece consultas de pintura individuais virtuais com um consultor de cores profissional que cria um esquema de cores personalizado adaptado ao espaço de cada participante.

2. Forme uma comunidade.


“Uma parte fundamental do marketing de envolvimento é dar aos clientes oportunidade para um diálogo, não só com a sua marca, mas também um com o outro”, diz Sawhney.

Pode começar a conversa pedindo opiniões e percepções, refletindo sobre tendências interessantes e reunindo os clientes em comunidades de compartilhamento social on-line.

A Nike tradicionalmente contou com publicidade na mídia para promover o seu conceito “mostrar o atleta que existe em você”. Recentemente, a empresa mudou para um atendimento personalizado.

Em vez de colocar todos os seus recursos em uma única campanha publicitária para tênis, a Nike agora anuncia por meio de conselhos aos clientes sobre treinos, ajudando-os a criar comunidades on-line sobre o tema da atividade física.

Faz parte desta nova abordagem o Nike+, um site destinado a tornar mais fácil o acompanhamento da sua evolução física.

A American Express emprega uma abordagem semelhante para a criação de comunidades. Em 2007 a empresa criou o “OPEN Forum”, uma comunidade on-line para auxiliar os empresários a promover o crescimento dos seus negócios, oferecendo ideias, recursos e oportunidades de networking.

Ao organizar esta plataforma para uma comunidade de empresários em crescimento, a empresa coloca-se na vanguarda do marketing nas redes sociais, com milhares de empresas participantes e muitas outras que seguem o fórum no Twitter, além de dar um impulso significativo à marca.

O OPEN Forum é agora a principal fonte de prospectos para novos membros de cartões de visitas para a American Express.

“Quando os clientes se envolvem com você nas redes sociais, é possível alavancar sua fidelidade à marca”, diz Sawhney. “Muitos deles serão os evangelizadores que irão ajudar na divulgação”.

3. Inspire as pessoas.


“As pessoas valorizam informação úteis e a conveniência”, diz Sawhney, “mas elas também querem receber inspiração!”

Uma maneira de inspirar os clientes é compartilhar a visão da sua marca. A empresa de vidros Corning divulgou um vídeo chamado “Um dia feito de vidro”, que mostra as possibilidades inspiradoras de um dia, no futuro próximo, quando o vidro de alta tecnologia que ela produz estiver nas casas e escritórios dos clientes todos os dias.

“Você tenta pintar uma imagem do futuro que é inspiradora e mostra que você desempenha um papel importante nesse futuro”, diz Sawhney. Isto é bastante relevante para as empresas que estão tentando desenvolver a tecnologia da próxima geração.

Outra maneira de inspirar é transformar a sua marca em um agente de impacto social. Em 2013, a Chipotle lançou o “The Scarecrow” (o espantalho), um filme de animação altamente crítico da agricultura industrializada.

Assim ela desencadeou um debate sobre a integridade dos alimentos. A Starbucks lançou vídeos semelhantes que promovem o comércio justo do café.

Poucas iniciativas de marketing têm mais sucesso do que a da Toms, empresa de comércio eletrônico que promete dar um par de sapatos a uma criança necessitada em algum lugar do mundo se você comprar um par dos sapatos que vende.

4. Forneça valor de entretenimento.


Além de ser inspirados, os clientes gostam de ser entretidos, o que é uma enorme oportunidade para o marketing de envolvimento.

Tomemos o exemplo do “Where’s My Wallet” (onde está minha carteira), um jogo on-line interativo do Commonwealth Bank usado como uma forma de promover sua nova tecnologia Cardless Cash (dinheiro sem cartão) na Austrália.

O jogo, disponível para qualquer pessoa, conta com um mapa panorâmico de Sydney. O objetivo é encontrar uma das 100 “carteiras perdidas” escondidas pela cidade, cada uma delas com um prêmio de $200.

Os vencedores tinham que ir até um caixa eletrônico do Commonwealth para reivindicar o prêmio usando o produto Cardless Cash. Durante os primeiros dez dias do jogo, o “Where’s My Wallet” recebeu 43.000 visitantes individuais que passaram em média 12 minutos no site.

O Marriot International também aproveitou o entusiasmo pelos jogos em redes sociais com o lançamento do “My Marriot Hotel” (meu hotel Marriot), um jogo do Facebook que convida os participantes a gerenciarem seu próprio hotel virtual.

Para o Marriot, esta é uma ferramenta de marketing e uma estratégia de recursos humanos: além de gerar interesse pela marca Marriot, o jogo destina-se a tornar os cargos de carreira em hotel mais atraentes, especialmente em países onde esses empregos são considerados servis.

5. Deixe a conversa rolar.


Parte do que significa ter uma abordagem de marketing “sempre ativa” é você estar em constante diálogo com os clientes.

Porém, é necessário haver inovação frequente para alcançar essa feita. Significa, também, permanecer relevante e sensível às questões que possam surgir por parte dos clientes.

Empresas altamente reativas são rápidas em perceber os problemas de atendimento na fonte, por meio do tato nas comunicações, dissuadindo os erros de relações públicas que podem rapidamente viralizar a partir de clientes bem relacionados.

Se o marketing funciona melhor quando os clientes sentem que têm um relacionamento genuíno com uma marca, um que seja interessante, mutuamente benéfico e estável, essa relação precisa ser cultivada.

“O objetivo final do envolvimento é a criação de uma ligação emocional com a marca”, diz Sawhney.”Este é um processo que leva à intimidade e defesa da marca. Não é uma única transação, mas uma conversa contínua. Não se pode esperar que os clientes aparecessem somente quando você tem um produto para lançar. É necessário ter uma presença constante”.

Fonte: exame.abril.com.br

Calegari Contabilidade

5 dicas para sua empresa se destacar no mercado de Saltinho


Conhecer o perfil do público consumidor é um dos pontos cruciais que ajudam um negócio a ser bem sucedido no mercado.

Todos os anos, milhares de pessoas abrem suas próprias empresas no Brasil e no mundo, seguindo suas vontade de se tornarem seus próprios chefes. Entretanto, a cada 100 empresas que são abertas no país, 48 encerram suas atividades em, no máximo, três anos.

Para ter um negócio bem sucedido, segundo Jonathan Souza, um dos fundadores da Agência Publicidade Popular, é preciso seguir algumas regras. “Neste mercado altamente competitivo, é preciso revolucionar a forma como as empresas se relacionam com os clientes e oferecem seus produtos, por exemplo”, afirma.

Souza oferece algumas dicas que prometem ajudar empresários a sobressaírem seus negócios, entregando resultados diferenciados para seus clientes. Confira:

1. Conheça seu consumidor

Parece simples, mas muitos ignoram que conhecer quem está comprando seu produto ou desfrutando do seu serviço merece toda a sua atenção. Perceba a maneira com que eles compram, quais produtos que eles gostam mais e quanto eles gastam. Dessa forma, você poderá agradar de uma forma mais eficiente os seus clientes;

2. Adapte-se aos novos públicos

Os consumidores querem empresas que oferecem liberdade e conveniência. Procure encontrar um meio termo que una ambas essas características, tentando atender uma demanda diferente da tradicional, ou seja: entrando em contato com clientes novos;

 3. Esteja online

“Estar online” não é só possuir um site com uma sessão “fale conosco”. As mídias digitais, como o Facebook, estão se mostrando cada vez mais essenciais para empresas que querem ter liderança de mercado, tanto no Brasil como no mundo. Mas não pense nem por um segundo em deixar seu site, blog ou fan page parado: para que o cliente se identifique com a marca, é preciso que a empresa sempre poste conteúdo relevante, que agrade o cliente, tornando-se parte do seu dia a dia;

4. Pense no amanhã

Claro que todos pensam no futuro, mas você já parou para imaginar como será o amanhã da sua empresa? Esse exercício permite que os empresários pensem em diversos cenários possíveis, o que leva a reflexões sobre como sair de crises, inovar ou se destacar de maneira diferenciada, por exemplo, gerando um brain-storming que expande o conhecimento sobre seu próprio negócio;

5. Seja flexível

As novas gerações tendem a pensar muito no equilíbrio entre a vida profissional e o trabalho, e a possibilidade de ter essa flexibilidade influencia muito na hora de contratar uma empresa para fazer determinado serviço, por exemplo. Além disso, oferecer essa flexibilidade de horários aos seus colaboradores também é uma forma de manter um ambiente de trabalho mais feliz e produtivo.

Fonte: administradores.com.br

Calegari Contabilidade

Contabilidade em Saltinho

Qual o perfil do empreendedor brasileiro?


Os brasileiros são empreendedores e esse é um fato incontestável que diversas pesquisas nos comprovam. O artigo retrata qual é esse perfil e outros dados de uma pesquisa muito conceituada no Brasil e no Mundo.

O brasileiro é um povo empreendedor! Você acredita nessa afirmação? Quais são os dados e fatos que comprovam isso? Segundo o sumário executivo de 2013 do “Global Entrepreneurship Monitor”, que é um projeto iniciado em 1999 por meio de uma parceria entre a London Business School e o Babson College, hoje com a parceria do Sebrae e coordenação do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), sim, o Brasil é um país de empreendedores.

O projeto tem como objetivo compreender o papel do empreendedorismo no desenvolvimento econômico dos países e hoje se constituí no maior estudo em andamento sobre o empreendedorismo no mundo.

Vamos aos dados do perfil do empreendedor brasileiro:

• As mulheres são a maioria (52,2%). Na região Nordeste há um indicativo de uma pequena maioria de homens (50,9%);

• No Brasil e em todas as suas regiões, a faixa etária onde se observa a maior frequência desses empreendedores é a de 25 a 34 anos (33,1%);

• A maior parte dos empreendedores iniciais brasileiros (50,9%) apresenta níveis de escolaridade menor que segundo grau completo. Merece destaque a região Nordeste, onde 42,1% dos empreendedores iniciais possuem segundo grau completo;

• A grande maioria dos empreendedores iniciais brasileiros provem de famílias com até 4 pessoas (77,2%). Esse fato também se verifica em todas as regiões do país;

• A faixa de renda predominante é de menos de 3 salários mínimos (61,6%). Nas regiões Norte e Nordeste, esse percentual alcança 73,4 e 66,0%, respectivamente;

• A maioria dos empreendedores iniciais é natural da própria cidade (57,5%), aspecto que se repete em todas as regiões;

• O empreendedorismo responde por 20% do PIB brasileiro e 60% dos 94 milhões de empregos estabelecidos;

O estudo ainda afirma que as características recentes da economia brasileira, centrada no aumento do consumo de massa e no mercado interno, favorecem o aumento na quantidade dos empreendimentos, porém esses se caracterizam como sendo pouco inovadores, em atividades econômicas com pequenas barreiras de entrada e com baixa inserção internacional, particularmente de serviços.

Os resultados do GEM 2013 são bastante favoráveis ao empreendedorismo no Brasil. Com o aumento da taxa de empreendedores iniciais, estima-se que 40 milhões de brasileiros, entre 18 e 64 anos estejam envolvidos com a atividade empreendedora. Além disso, verificou-se também o aumento da proporção de empreendedores por oportunidade, o que reflete uma decisão mais planejada em relação à opção pelo empreendedorismo, aumentando a probabilidade de sucesso do negócio. O estudo revelou também que, pela primeira vez no Brasil, a proporção de mulheres empreendedoras superou a proporção de homens (52,2% contra 47,8%). Como oportunidades de melhorias, o estudo revelou os baixos percentuais de novidade nos produtos e serviços, além da baixa perspectiva de geração de empregos nos próximos cinco anos. Apesar disso, o empreendedorismo desfruta de uma excelente imagem no país, dado que a proporção de pessoas que consideram o empreendedorismo como uma opção de carreira é superior a 80%.

Fonte: administradores.com.br

Calegari Contabilidade

7 passos para legalizar sua empresa


Como legalizar uma empresa?

O empresário só tem noção da batalha que é empreender quando se depara com a notícia de que para dar início às suas atividades é preciso muito mais que um contrato social e um número de CNPJ. Para não ser pego de surpresa pela fiscalização, aqui vão algumas dicas:

1. Zoneamento


– verifique na prefeitura se a atividade que pretende instalar é permitida no local.

2. Planta do imóvel


– solicite ao proprietário do imóvel a planta previamente aprovada na prefeitura, pois ela será necessária no processo de obtenção do alvará de funcionamento.

3. Contrato de locação


– exija o contrato por escrito e com prazo determinado, preferencialmente de cinco anos. Ele será necessário na abertura da empresa.

4. Inscrições estadual e municipal


– dependendo da atividade, é necessário uma ou outra, ou ambas.

5. Laudo dos bombeiros


– é necessário ter um laudo permissivo do Corpo de Bombeiros para obtenção das licenças.

6. Licença de anúncio publicitário


em algumas cidades é necessário obter autorização ou obedecer a medidas específicas para colocação de placas.

7. Licenças específicas


verifique se a sua atividade requer autorizações específicas, seja de órgãos fiscalizadores como a Anvisa ou por órgãos de classe como OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) ou CRO (Conselho Regional de Odontologia). Se preciso, é provável que haja requisitos a serem preenchidos, tais como qualificação técnica dos sócios ou equivalentes e layout do estabelecimento, entre outros.

Fonte: exame.abril.com.br

Calegari Contabilidade

Pensando em abrir uma empresa de prestação de serviços? Veja essas dicas

Se você está pensando em abrir uma empresa de prestação de serviços, precisa estar atento em alguns critérios existentes.

Toda empresa prestadora de serviços é de Natureza Jurídica (PJ), e as atividades que se ligam a ela win product key são baseadas no lucro obtido por meio de um trabalho exclusivo na prestação de serviços.

Quem pode abrir uma prestadora de serviços?

Qualquer pessoa especializada em uma área, pode montar uma empresa de prestação de serviços.

O profissional não precisa necessariamente ter um diploma, basta que possua alguma experiência que agregue valor a vida ou carreira de determinado (s) público (s) alvo (s).

Nesse sentido entrará:

  • Talento.
  • Habilidade.
  • E conhecimentos.

Ainda nesse contexto, os profissionais associados podem ser:

  • Técnicos em Informática
  • Eletricistas.
  • Cabeleireiros.
  • Consultores
  • Organizadores de eventos.
  • Técnicos em Manutenção Predial
  • Entre outros.

Podem também exercer profissões regulamentadas e que exigem graduação, tais como:

  • Médicos
  • Engenheiros
  • Dentistas
  • Advogados
  • Nutricionistas
  • Entre outros

O que é preciso para formalizar uma empresa de prestação de serviços?

1 – opção pelo regime tributário

  • Se o seu faturamento for abaixo de R$60.000,00/ano ou R$5.000,00/mês, a opção mais interessante é você se tornar um MEI (MIcroempreendedor Individual ), pois você terá uma carga tributária baixa e com valor pré-definido. No entanto, você deve consultar se o seu tipo de negócio pode ser enquadrado como MEI.
  • Se o seu faturamento for acima de R$ 60.000,00 por ano, a opção mais indicada é uma micro ou pequena empresa. Como micro ou pequena empresa você poderá optar por três tipos de regimes tributários: Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional. O mais vantajoso dos três, dependendo do seu faturamento é o Simples Nacional, porém, é interessante você sentar com seu contador para simular qual o melhor enquadramento tributário para o seu tipo de negócio e faturamento.

2 – Registro na Junta comercial e CNPJ

O empreendedor precisará fazer um registro nos órgãos competentes do município e estado ao qual está sediado.

E o que é preciso para registrar e abrir uma empresa prestadora de serviços?

  • Primeiro passo para abrir uma empresa de prestação de serviçoÉ importante ter um contador para maiores esclarecimentos e orientações quanto a consulta da viabilidade acheter viagra via REGIN, que se trata de um sistema de cadastro integrado, que centraliza as entradas de informações cadastrais das empresas nas: Junta Comercial, Receita Federal, Secretaria de Fazenda Estadual e Prefeituras Municipais. Por meio dela também é possível verificar a viabilidade da implantação da empresa.
  • Segundo passo para abrir uma empresa de prestação de serviço – Confecção do contrato social ou o chamado de Requerimento de Empresário (para o empreendedor que não possui sócio). É importante fazer o registro desses documentos na Junta Comercial do Estado ou Cartório. Para isso é preciso: dar entrada no CNPJ por meio do DBE, que é o Documento Básico de Entrada. Caso a empresa além de ser prestadora de serviços, comercializar mercadorias, a mesma vai precisar de inscrição estadual.
  • Terceiro passo para abrir uma empresa de prestação de serviço – Depois do deferimento ou liberação do seu contrato social, da inscrição estadual (se for o caso) e do CNPJ, é preciso providenciar o registro da empresa na prefeitura do seu município, para solicitação do alvará de funcionamento.

Os custos para a abertura da empresa, depende de cada município, por isso é sempre importante ter a consultoria de um contador. Depois que a empresa tiver com a inscrição municipal, ela já poderá funcionar regularmente.

Prazos de abertura de uma empresa de prestação de serviço

O prazo para abertura de uma empresa de prestação de serviço dependerá especificamente da agenda dos órgãos competentes. Portanto, pode haver uma variação de 5 a 25 dias úteis, a partir do registro feito na Junta Comercial e do Cartório.

Conclusão

O processo de formalização de uma empresa no Brasil, é um dos mais complicados do mundo, pois existem modelos diferentes de tributação, pois, dependendo do porte e de outros pontos, a empresa pode ser enquadrada em um perfil, já em outro não.

Por esse motivo, como você pode perceber, são muitos pontos para se avaliar, consultar, para então receber aprovação.

Se você tem o desejo de começar certo e não ter problemas com o negócio, podendo se desenvolver de maneira crescente e ajustada no mercado, o primeiro passo é estar ciente da regularidade de seu negócio e da tributação que precisa ser paga de maneira correta.

Diante do exposto, por causa da burocracia, taxas, porte, enquadramento tributário e muito mais, é bom você contar com um ótimo aliado para lhe ajudar a empreender: o Contador!

Consulte uma Assessoria Contábil especializada em empresas prestadoras de serviços, e você vai ver como pode ser vantajoso você formalizar sua empresa e ter muito sucesso no mundo dos negócios!

Nós podemos ser seus aliados!

Fonte: pereiraegoya.com.br

Calegari Contabilidade